Maturidade. Uma palavra de significado gigante. Atingir a maturidade não é tarefa fácil, é um processo lento, exige tempo, dedicação, cuidados. Maturidade não tem muito a ver com idade, embora os anos vividos possam trazer maior compreensão dos fatos. Quanto mais maturidade se conquista, mais jovem se torna. Isso porque a maturidade acalma o coração, traz paz de espírito, traz sossego à nossa mente. Você começa a atingir o ponto de maturidade emocional no momento em que percebe que viver é simples, é agradável. Desiste de provar algo para os outros porque sabe que cada pessoa só enxerga aquilo que quer ver. Uma pessoa madura não ri dos outros, mas acha graça de si mesma porque sabe que o bom-humor é elixir da vida. Uma pessoa madura tem um Sol residindo no seu interior, ela brilha até nos dias de raios e trovões. Uma pessoa madura não caminha apressada, ela sabe que andar devagar é elegante, e que, um dos maiores prazeres na vida é justamente apreciar a paisagem ao seu redor. Quem tem pressa passa despercebido, quem tem passos lentos é notado por todos. Uma pessoa madura não faz intrigas, não causa discórdias, não joga indiretas nas redes sociais, não faz chantagem, não sufoca outras pessoas por causa de suas carências. Maturidade pode ser considerado sinônimo de sinceridade, quem é maduro não cria caso, não acredita em fofocas, é objetivo, fala olhando nos olhos porque tem domínio das palavras, sabe usá-las de bom senso e não fica magoado com palavras vindas dos momentos de raiva alheia. Uma pessoa madura transforma cada erro em aprendizado. Respeita o próximo, suas opiniões, atitudes e comportamentos, mas exige que todos lhe respeitem. Enfim, para atingir a maturidade é necessário trabalhá-la diariamente. (Scheila F. Scisloski)
" A Ceia dos Acusados " é um clássico charmoso, envolvente e bem-humorado. Toda a trama é regada a uísque (em quase todas as cenas alguém está bebendo), também é recheada de momentos hilários e alguns inacreditáveis, por vezes surrais. Destaque para o cãozinho Asta que por mais incrível que pareça, atua incrivelmente. Essa joia rara que aparentemente parece ser bobinho, passa bem longe disso. A história começa descompromissada, mas no decorrer da trama se torna intrincada, lembrando em diversos momentos o estilo da escritora britânica Agatha Christie. O humor é o ponto forte do filme, junto com a química do casal interpretados por William Powell e Myrna Loy . É uma pequena raridade que merece ser redescoberto por todos que gostam de assistir comédias de humor ácido. Título original: The Thin Man Direção: W. S. Van Dyke Ano de lançamento: 1934 Gêneros: Comédia , Romance , Mistério , Policial

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Agradeço a visita!! Beijos da Scheila!!