Ninguém aprende a ser chique porque elegância está no caráter, vem de dentro e não é encontrada em manuais de etiqueta. Quem disse que para ser chique é preciso usar joias e roupas caras desconhecia completamente o seu significado. Ser chique é praticar gentilezas em qualquer lugar ou ocasião. É retribuir um sorriso, um carinho, um abraço. É respeitar a opinião do próximo guardando para si qualquer crítica desnecessária. Chique mesmo é ser humilde, é ter a certeza dentro de si que somos todos iguais e cada pessoa encontra-se em processo de evolução, uns estão mais evoluídos, outros menos. No dia que as pessoas descobrirem que a elegância não está nas roupas mas nas atitudes, o mundo será melhor e as pessoas mais felizes. (Scheila F. Scisloski)
" Judy: Muito Além do Arco-Íris " reconta o último ano de vida da grande estrela do cinema clássico, Judy Garland , mas já é o suficiente para o público entender o quão sofrida foi a vida dela. Seus problemas com vícios, sua insegurança, seus medos e traumas, conhecemos uma Judy muito além da doce Dorothy, uma adolescente talentosa que teve sua vida roubada por um homem autoritário e machista, Louis B. Mayer , o proprietário da Metro-Goldwyn-Mayer [MGM], maior e mais rentável estúdio de cinema da época. São poucas cenas que Mayer aparece, mas o suficiente para ser impactante. Judy Garland era uma menina sonhadora e com um talento incomum que teve a má sorte de cruzar o caminho de um mercenário. Mayer apresentou à garota um lugar além do arco-íris, mas em vez de encontrar um céu azul como a música Over The Rainbow sugere, ela encontrou um mundo cinzento. Na estradinha de tijolos amarelos havia muitos espinhos, Judy pisou, se feriu e suas feri...
