Empatia é uma palavra muito comentada mas pouco colocada em prática. A empatia é a capacidade de se colocar no lugar do outro, sentir suas dores e vibrar com suas alegrias. Todos deveríamos ser empatas, tanto na vida presencial quanto na vida virtual, deveríamos, mas não somos. Estamos vivendo uma época em que as redes sociais nos conectam a tudo e todos. As notícias nos chegam à velocidade da luz, e tenho visto pessoas tão insensíveis, que na ânsia dos seus cinco minutos de fama jogam suas palavras sem pensar no sofrimento alheio. Precisamos ter em mente que as palavras tem poder, e dependendo da maneira que são usadas podem ser tão danosas quanto uma arma. Estamos precisando re-aprender a respeitar o próximo. Se não tiver palavras bonitas para serem ditas, então silencie. (Scheila F. Scisloski)
" Jogo Justo " tem um conceito interessante, fala sobre competição dentro do mundo das finanças e como isso pode afetar a vida pessoal de um casal que trabalha na mesma empresa. A trama gira em torno de Emily ( Phoebe Dynevor ) e Luke ( Alden Ehrenreich ), um casal que aparentemente vive bem (dentro e fora da empresa onde trabalham), mas quando uma vaga de promoção surge, Emily acaba sendo escolhida para o cargo que Luke almejava, desencadeando um jogo de poder, ciúme e ambição que testa os limites do casal. O enredo funciona bem, apresenta diálogos instigantes e cenas intensas (algumas um pouco absurdas), mas o maior problema deste filme está nos protagonistas. Que casal insuportável! São duas personalidades tóxicas que se atraem e se aniquilam. Foi impossível sentir empatia ou me importar com seus destinos. Desde o início do filme eu pressentia que aquele relacionamento não era duradouro. Ambos eram frios até mesmo nas cenas mais quentes. E, embora seja uma história...
