Empatia é uma palavra muito comentada mas pouco colocada em prática. A empatia é a capacidade de se colocar no lugar do outro, sentir suas dores e vibrar com suas alegrias. Todos deveríamos ser empatas, tanto na vida presencial quanto na vida virtual, deveríamos, mas não somos. Estamos vivendo uma época em que as redes sociais nos conectam a tudo e todos. As notícias nos chegam à velocidade da luz, e tenho visto pessoas tão insensíveis, que na ânsia dos seus cinco minutos de fama jogam suas palavras sem pensar no sofrimento alheio. Precisamos ter em mente que as palavras tem poder, e dependendo da maneira que são usadas podem ser tão danosas quanto uma arma. Estamos precisando re-aprender a respeitar o próximo. Se não tiver palavras bonitas para serem ditas, então silencie. (Scheila F. Scisloski)
" Judy: Muito Além do Arco-Íris " reconta o último ano de vida da grande estrela do cinema clássico, Judy Garland , mas já é o suficiente para o público entender o quão sofrida foi a vida dela. Seus problemas com vícios, sua insegurança, seus medos e traumas, conhecemos uma Judy muito além da doce Dorothy, uma adolescente talentosa que teve sua vida roubada por um homem autoritário e machista, Louis B. Mayer , o proprietário da Metro-Goldwyn-Mayer [MGM], maior e mais rentável estúdio de cinema da época. São poucas cenas que Mayer aparece, mas o suficiente para ser impactante. Judy Garland era uma menina sonhadora e com um talento incomum que teve a má sorte de cruzar o caminho de um mercenário. Mayer apresentou à garota um lugar além do arco-íris, mas em vez de encontrar um céu azul como a música Over The Rainbow sugere, ela encontrou um mundo cinzento. Na estradinha de tijolos amarelos havia muitos espinhos, Judy pisou, se feriu e suas feri...
