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Livro: A Teia da Aranha

Livro

 A Teia da Aranha foge um pouco da essência das obras de Agatha Christie, o motivo é simples, a Rainha do Crime escreveu essa história exclusivamente para uma peça teatral, em 1954, mais tarde foi adaptado pelo escritor Charles Osborne, em 1976.

Ainda que seja um enredo adaptado por outro escrito, A Teia da Aranha é um bom livro, de leitura fácil e prazerosa. A história é intrincada, cheia de voltas e reviravoltas. Clarissa Hailsham-Brown, uma mulher espirituosa e despreocupada, se vê em apuros quando encontra o corpo de Oliver Costello na sua sala. Sem saber como sair dessa situação desagradável, a jovem esposa Henry Hailsham-Brown convoca seus amigos para ajudarem a dar um "jeito" com o cadáver.

Clarissa consegue persuadir os amigos, mas surge um inconveniente: a polícia bate à sua porta após receber uma ligação anônima de que houve um assassinato na casa. Para despistar o inspetor Lord, Clarissa cria uma rede de mentiras, colocando seus amigos em uma "saia justa". 

Por não ter Poirot nem Miss Marple, A Teia da Aranha perde um pouco do encanto, ainda assim consegue nos manter presos à história por causa do mistério em torno do cadáver e dos diálogos espirituosos. Não foi uma das melhores leituras que fiz das obras de Agatha Christie, mas o livro tem seus méritos.

Veja também:

Receita da Semana: Donuts Caseiro

Trago hoje uma receita deliciosa para você testar aí na sua casa. O  donuts nada mais é que rosquinha americana super leve e macia por dentro mas crocante por fora, também não é assada como ocorre com a maioria das rosquinhas, os donuts devem ser fritos no óleo quente. Confira a seguir a receita:

Legado de Alegria

 Pare de lamentar o passado. Trate de viver o presente. Saboreie cada instante. Observe as paisagens.  Viva a vida de maneira bonita e produtiva. E assim deixará um legado de alegria por onde passar. ( Scheila F. Scisloski ) Artista Aeppol

Conto: 1408

 O conto  1408 faz parte do livro Tudo é Eventual ,  Stephen King . O conto é curto, tem aproximadamente 30 páginas, portanto, a leitura é rápida. Esse conto aborda algo além do sobrenatural e considero uma das melhores histórias do autor. Não é um conto macabro, mas possui terror psicológico crescente . Stephen King é um escritor de profundidade, ele dá vida aos nossos medos e em  1408 não é diferente.  A história desperta nossos temores mais secretos, afinal, quem nunca sentiu uma "pontinha de medo" ao dormir em um quarto de hotel?! Outro ponto interessante desse conto é o conflito que o escritor trava entre a lógica e a esperança , suscitando no leitor vários questionamentos.