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Livro: O Duque e Eu

Livro
 Publicado em 2000, O Duque e Eu é o primeiro volume de uma série de oito livros escritos por Julia Quinn, que narram as aventuras e romances da família Bridgerton. Cada livro narra a trajetória de um dos oito irmãos, sendo eles: Anthony, Benedict, Colin, Daphne, Eloise, Francesca, Gregory e Hyacinth

Em o O Duque e Eu somos apresentados a Daphne, a irmã mais velha das mulheres da casa. Ela é a protagonista da história. Daphne é diferente das outras donzelas da época, ela tem personalidade forte e sabe exatamente o que e principalmente o que não quer da vida. Ela também é uma moça gentil, fato que transforma seus pretendentes em amigos, nada além disso.

Certa noite, durante o baile de Lady Danbury, Daphne conhece Simon Basset, que recentemente herdou o título de duque. A situação que os dois se veem pela primeira vez é um tanto quanto irreverente. Mas Duque de Hastings não imaginava que aquela moça determinada é na verdade Daphne, a irmão do seu melhor amigo, Anthony.

Tentando se livrar das mães casamenteiras, Simon propõe a Daphne um acordo inusitado: ele fingirá fazer a corte a ela, dessa forma também ajudaria Daphne, visto que os rapazes passarão a enxergá-la como mulher e não mais como amiga. Mas será que esse plano dará certo?

Geralmente assisto as adaptações antes de ler o livro, mas nesse caso li o livro antes de ver a série, agora só irei assistir depois de ler todos os livros da família Bridgerton. Fiquei apaixonada pela história e seus personagens, imaginei os cenários e as situações vividas por eles, e tenho medo de quebrar esse encanto que o livro me proporcionou. O Duque e Eu tem uma história bem clichê, mas é adorável. A leitura é fluída, envolvente e com momentos bastante ousados. Como todo romance de época, tudo acontece muito rápido e a escrita charmosa e divertida consegue manter o leitor concentrado na leitura.


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Estou Bordando Minha História

Sou artesã da vida e vou bordando minha história. Momentos felizes são bordados com fios de ouro para sempre lembrar do seu valor. Momentos tristes são bordados com fios de seda para que o tempo os torne suaves. (Scheila F. Scisloski) Artista Sarah Kay

A Garota Na Caixa

 Quando me deparei com a chocante história de Colleen Stan, senti calafrios. Não conseguia imaginar como a garota conseguiu sobreviver sete anos trancada em uma caixa. E, ao vasculhar títulos de filmes do Lifetime descobri que havia o filme dessa triste história, então decidi assistir e não me arrependi. " A Garota Na Caixa " é um filme bem feito, com uma carga emocional bastante alta.  A história é chocante. Colleen (interpretada por Addison Timlin ) sofreu todo tipo de humilhações e privações. Às vezes ficava mais de 20 horas do dia presa dentro da caixa que era mantida no porão da casa dos Hooker ( Zane Holtz e Zelda Williams ). Também é uma história dolorosa. A garota teve várias oportunidades de fugir, o filme aponta isso, relatos da própria Collen mostram isso, mas ela sofre uma lavagem cerebral tão intensa que passou a acreditar que estar em cativeiro era mais seguro para ela e também para sua família. O poder de persuasão dos sequestradores é assustador. " A G...

De Repente 70 (Mack & Rita, 2022)

  De Repente 70  não traz nada de diferente do que já víamos em  De Repente 30  (2004),  Sexta-Feira Muito Louca  (2003) e  Quero Ser Grande  (1988). O enredo fala sobre "troca de corpos" e apresenta todos os clichês do gênero, ainda assim consegue arrancar algumas gargalhadas do espectador. Não é um filme feito para ganhar prêmios, mas para entreter o público e cumpre sem papel. Pelo menos eu ri bastante das trapalhadas de Rita sendo Mach. Diane Keaton está ótima e parece se divertir com sua personagem. O restante do elenco também faz um bom trabalho. O filme também tem uma fotografia muito bonita, com cenários bem elaborados e figurinos coloridos carregados de boas vibrações. É uma comédia leve , despretensiosa, doce e carrega uma mensagem eficiente. Para conhecer o filme acesse o IMDb Elizabeth Lail e  Diane Keaton