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Livro: Cartas na Mesa

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 Publicado em 1936, Cartas na Mesa é uma das histórias mais intrincadas de Agatha Christie. São quatro investigadores contra quatro suspeitos que tem passados obscuros e motivos de sobra para cometerem o crime.

Em Cartas na Mesa, o excêntrico milionário, Sr. Shaitana, convida oito pessoas para um jantar em sua casa e os divide em dois grupos para um jogo de bridge. Passado algumas horas, Hercule Poirot percebe que o anfitrião da festa está estranho, ao se aproximar, eis a surpresa para todos, o Sr. Shaitana está morto. Na mesma sala encontravam-se Anne Meredith, sra. Lorrimer, major Despard e dr. Roberts em pleno jogo de bridge. No entanto, nenhum deles viu nada diferente no local, dificultando a investigação do crime.

Poirot não está sozinha nessa investigação, junto com ele tem mais três investigadores, trata-se do inspetor Battle, da sra. Oliver, autora de livros de mistério, e do coronel Race, todos estavam presentes na casa no noite que ocorreu o crime. Cada investigador fica encarregado de investigar um dos suspeitos. Conforme as investigações avançam, pistas vão surgindo e reviravoltas acontecem.

Cartas na Mesa é um livro que capta a atenção do leitor logo nas primeiras páginas. Agatha Christie criou uma história sensacional, com ótimos mistérios e grandes revelações. Neste livro, os crimes investigados são à princípio, simples fatalidades, mas que examinados mais a fundo, percebe-se que são crimes horrendos. No entanto, como provar que são assassinatos e não acidentes? Poirot coloca suas pequenas células cinzentas para funcionar e encontra a solução, mas ele conta com a ajuda de mais três ótimos detetives amadores.

O livro foi muito bem escrito, e apesar de ser um livro pequeno, com apenas 286 páginas, é repleto de suspense e surpresas. O desfecho foi um dos melhores que Agatha Christie já elaborou. Cartas na Mesa é um livro que deve fazer parte da estante de todos os amantes da literatura policial.

Veja também:

Persuasão

 " Persuasão " é um drama romântico baseado no último romance completo de Jane Austen , pulicado em 1817. O filme tenta modernizar a história, mas em vez de dar um frescor revigorante, acabou empobrecendo a obra. A trama acompanha Anne Elliot (Dakota Johnson), uma mulher solteira aos 27 anos que foi persuadida por sua família esnobe a recusar o pedido de casamento de seu grande amor, Frederick Wentworth (Cosmo Jarvis), um jovem de origem humilde. Oito anos depois, ele reaparece na vida dela, bem-sucedido e solteiro. Agora, Anne terá que lidar com os sentimentos reprimidos, enquanto enfrenta a ruína financeira de sua família. A abordagem multifacetada funcionou em " Bridgerto n " porque a série tem um bom roteiro e os personagens foram bem desenvolvidos, já nesse filme tudo é jogado superficialmente e misturado sem o menor cuidado. Por exemplo, a personagem Anne, no livro é uma mulher melancólica e até amarga às vezes; no filme ela é engraçada e viciada em vinho.  ...

A Garota Na Caixa

 Quando me deparei com a chocante história de Colleen Stan, senti calafrios. Não conseguia imaginar como a garota conseguiu sobreviver sete anos trancada em uma caixa. E, ao vasculhar títulos de filmes do Lifetime descobri que havia o filme dessa triste história, então decidi assistir e não me arrependi. " A Garota Na Caixa " é um filme bem feito, com uma carga emocional bastante alta.  A história é chocante. Colleen (interpretada por Addison Timlin ) sofreu todo tipo de humilhações e privações. Às vezes ficava mais de 20 horas do dia presa dentro da caixa que era mantida no porão da casa dos Hooker ( Zane Holtz e Zelda Williams ). Também é uma história dolorosa. A garota teve várias oportunidades de fugir, o filme aponta isso, relatos da própria Collen mostram isso, mas ela sofre uma lavagem cerebral tão intensa que passou a acreditar que estar em cativeiro era mais seguro para ela e também para sua família. O poder de persuasão dos sequestradores é assustador. " A G...

Intrusion

 " Intrusion " é um suspense psicológico básico que entretêm quem busca algo divertido para assistir.  A trama acompanha a terapeuta Meera ( Freida Pinto ) e o arquiteto Henry ( Logan Marshall-Green ), um jovem casal que se muda para uma cidade pequena em busca de sossego. Só que a tranquilidade tão almejada dura pouco: na primeira noite, eles sofrem uma invasão. Apenas o laptop e seus celulares são levados, mas o susto profundas na terapeuta. A partir daí, Meera começa a desconfiar que o episódio não foi um simples arrombamento e que talvez o perigo esteja mais perto do que ela imagina. O enredo aposta na paranoia doméstica para prender o espectador na história. O jogo de pistas e desconfianças funciona bem e, apesar de algumas situações soarem previsíveis, o clima de mistério permanece quase o tempo todo. Embora haja previsibilidade, o filme funcionou comigo. Assisti como se fosse um jogo e foi interessante buscar as peças para encaixar no quebra-cabeça. Título original: ...