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Krampus: O Terror do Natal

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 Um pouco de história, a figura do Krampus é bem comum na Áustria, embora ele também apavore criancinhas da Bavária, Hungria, Eslovênia, República Tcheca, Eslováquia, Croácia e nordeste da Itália. Esse ser acompanha São Nicolau — ou o Papai Noel — e, ao contrário do Bom Velhinho, que presenteia os que foram bonzinhos durante o ano, ele pune aqueles que foram malvados e os leva embora em um saco.

Sua origem é bem antiga. Há milhares de anos, antes do surgimento do Cristianismo, existia na Europa uma grande variedade de lendas associadas à realização de festejos e sacrifícios para honrar as divindades, para que no ano seguinte a colheita fosse farta.

As celebrações costumavam ocorrer no solstício de inverno, e era comum que as pessoas se fantasiassem de demônios e saíssem pelas ruas para pedir comida e bebida. Essas tradições acabaram sobrevivendo ao tempo e se misturando às festividades cristãs, já que o solstício também coincide com a época em que se comemora o Natal.

"Krampus: O Terror do Natal" é um conto natalino de terror que vale uma conferida por aqueles que buscam alternativas de filmes para assistir durante as festividades de final de ano. Não é um filme que vá provocar sustos, é mais divertido que assustador. É leve, sem sangue ou violência, mas tem um clima de suspense bem equilibrado. 

A família de Sarah (Toni Collette) recebe familiares para celebrar a tradicional ceia, mas na véspera de Natal eles recebem um visitante surpresa que muda os rumos da comemoração. Gostei do desfecho, confesso que me surpreendeu, realmente não estava esperando por aquele final.

Título original: Krampus

Direção: Michael Dougherty

Ano de lançamento: 2015

Gêneros: Comédia, Fantasia, Terror


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