A trama começa com um golpe ousado em Cannes, durante a exibição de um filme mudo durante o Festival de Cannes. A personagem principal, Laure (Rebecca Romijn), é uma femme fatale clássica: sedutora, fria e calculista, que trai os comparsas e foge com uma fortuna em diamantes. Ao perceber que está sendo perseguida, ela assume a identidade de uma mulher que morreu acidentalmente.
Sete anos depois, Laure agora é a respeitável esposa do embaixador norte-americano na França, ela vive fugindo dos holofotes e procura atrair a menor atenção possível. Entretanto, um repórter paparazzi, Nicolas (Antonio Banderas), fica atraído por sua beleza e decide segui-la. Ele consegue tirar uma foto da mulher na França.
Inesperadamente exposta pelas lentes de Nicolas, Laure passa a ser vulnerável aos ataques de seus antigo grupo de criminosos, ela então decide usar seus talentos e o instinto voyeurístico de Nicolas para criar uma nova identidade para si e escapar novamente. A partir daí os dois acabam se envolvendo em uma história envolvendo tensão, erotismo e traição.
O filme é bem detalhado. Brian de Palma nos presenteia com dicas e pistas a todo momento, por isso é importante prestar atenção aos detalhes que são cruciais para compreender toda a história. No final, tudo faz sentido e todas as peças se encaixam perfeitamente. Enfim, quem curte filmes que desafiam a lógica e abraçam o absurdo, provavelmente vai apreciar cada segundo da trama.
Título original: Femme Fatale
Direção: Brian de Palma
Ano de lançamento: 2002
